"Haverá sempre em algum lugar, um animal abandonado, maltratado que me impedirá de ser feliz"
Jean Anouilh

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Não abandone!

Com a chegada do Verão e das férias o número de animais abandonados dispara significativamente. 
Dentro das principais causas para o abandono estão também a mudança de habitação, o nascimento de um filho, fatores económicos, contração de alergias por um membro da família, fraco desempenho na caça, fatores comportamentais (o cão ladra muito, o cão suja) ou simplesmente perda de interesse, pois vivemos numa sociedade consumista onde impera a aquisição por impulso e, quando a novidade passa, as “coisas” perdem o interesse. São mil e um os motivos que levam a se descartarem dos seus animais de estimação, mas nenhum deles é realmente válido. No fim impera a má índole ou a falta de informação, essas sim, as reais causas. 
Os animais são deixados à mercê da sorte, sem dignidade nem amor. Deixam-nos na beira da estrada, presos a um portão, ou atirados por cima do muro de uma associação e nunca voltam a olhar para trás. Aquele que outrora foi o seu melhor amigo não passa agora de um impecilho do qual se livraram. Na cabeça de alguns, ao entregarem o animal ao canil não o estão a abandonar pois alguém há-de cuidar dele e assim se livram dos remorsos. O que eles não sabem, ou não querem saber, é que a grande maioria dos animais nunca chega a ser adotado e passa o resto da sua vida dentro de uma box. 
São milhares os animais abandonados todos os anos só neste pequeno país à beira-mar plantado. Somos um país pequeno mas cheio de orgulhos, no entanto, no que toca a aspetos humanitários e aos direitos dos animais ainda estamos muito aquém dos outros países desenvolvidos. É muito fácil apontar o dedo e culpar a política, a legislação, as associações, tudo e mais alguma coisa, e de facto terão a sua influência, mas cabe sobretudo a cada um de nós lutar por uma mudança. 
Enquanto a nossa mentalidade resistir à mudança, cada animal que encontrarmos na rua abandonado ou maltratado é nossa responsabilidade e somos cúmplices deste crime que é agora punível com pena de prisão.

Não abandone! Sozinhos nas ruas, eles vão sofrer, ser maltratados e MORRER.


quarta-feira, 18 de julho de 2018

Legislação raças cães potencialmente perigosos - Cão perigoso / Cão potencialmente perigoso


O que a lei considera um animal potencialmente perigoso?

“Qualquer animal que, devido às características da espécie, ao comportamento agressivo, ao tamanho ou à potência de mandíbula, possa causar lesão ou morte a pessoas ou outros animais, nomeadamente os cães pertencentes às raças previamente definidas como potencialmente perigosas em portaria do membro do Governo responsável pela área da agricultura, bem como os cruzamentos de primeira geração destas, os cruzamentos destas entre si ou cruzamentos destas com outras raças, obtendo assim uma tipologia semelhante a algumas das raças referidas naquele diploma regulamentar.”

Lista de raças de cães potencialmente perigosas em Portugal

Muitas pessoas continuam a não fazer ideia de que cães fazem parte desta lista. Pensam em muitas raças que não estão incluídas e outras nem conhecem algumas das seguintes raças. Para não haver qualquer tipo de dúvida neste aspecto, aos olhos da lei os únicos cães potencialmente perigosos em Portugal são os seguintes:
“(Portaria 422/ 2004 de 24 Abril)
  • I) Cão de fila brasileiro.














  • II) Dogue argentino.


  • III) Pit bull terrier.







  • IV) Rottweiller









  • V) Staffordshire terrier americano.





  • VI) Staffordshire bull terrier.







  • VII) Tosa inu “

Legislação raças de cães potencialmente perigosos

Na legislação raças de cães potencialmente perigosos aparecem inúmeras obrigações para os donos destes companheiros. Para não ser demasiada informação e tornar-se confuso vamos dividir por partes:

Quem é que é considerado detentor de um cão potencialmente perigoso?

“Qualquer pessoa singular, maior de 16 anos, sobre a qual recai o dever de vigilância de um animal perigoso ou potencialmente perigoso para efeitos de criação, reprodução, manutenção, acomodação ou utilização, com ou sem fins comerciais, ou que o tenha sob a sua guarda, mesmo que a título temporário”.

O que é que é preciso ter quando se tem um cão de raça potencialmente perigosa?

“A detenção de cães perigosos ou potencialmente perigosos, enquanto animais de companhia, carece de licença emitida pela junta de freguesia da área de residência do detentor, entre os 3 e os 6 meses de idade do animal, atribuída após comprovação da idoneidade do detentor. Válida por 1 ano.
Base de dados – as juntas de freguesia mantêm uma base de dados na qual registam os animais perigosos e potencialmente perigosos, da qual devem constar:
  • a) A identificação da espécie e, quando possível, da raça do animal;
  • b) A identificação completa do detentor;
  • c) O local e o tipo de alojamento habitual do animal;
  • d) Incidentes de agressão.
Para efeitos do disposto no número anterior, o detentor entrega na junta de freguesia respectiva os seguintes elementos, além dos exigidos nas normas vigentes em matéria de identificação de cães e gatos:
  • a) Termo de responsabilidade, conforme modelo constante do anexo ao presente decreto-lei, do qual faz parte integrante;
  • b) Certificado do registo criminal, constituindo indício de falta de idoneidade o facto de o detentor ter sido condenado, por sentença transitada em julgado, por qualquer dos crimes previstos no presente decreto-lei, por crime de homicídio por negligência, por crime doloso contra a vida, a integridade física, a liberdade pessoal, a liberdade e autodeterminação sexual, a saúde pública ou a paz pública, tráfico de estupefacientes e substâncias psicotrópicas, tráfico de pessoas, tráfico de armas, ou por outro crime doloso cometido com uso de violência;
  • c) Documento que certifique a formalização de um seguro de responsabilidade civil, nos termos do disposto no artigo 10.º;
  • d) Comprovativo da esterilização, quando aplicável;
  • e) Boletim sanitário atualizado, que comprove, em especial, a vacinação antirrábica;
  • f) Comprovativo de aprovação em formação para a detenção de cães perigosos ou potencialmente perigosos. – O comprovativo é atribuído na sequência de aprovação em formação dirigida, nomeadamente, à educação cívica, ao comportamento animal e à prevenção de acidentes.”

É obrigatória a esterilização dos cães potencialmente perigosos?

“É proibida a reprodução ou criação de quaisquer cães das raças constantes da Portaria n.º 422/2004, de 24 de Abril, incluindo os resultantes dos cruzamentos daquelas raças entre si ou com outras.
Excepcionam-se os cães cuja inscrição conste em livro de origem oficialmente reconhecido (LOP e outros)”.

Na propriedade onde o animal está alojado existem obrigações legais?

Sim existem. Na legislação raças de cães potencialmente perigosos está indicado que “o detentor fica obrigado à afixação no alojamento, em local visível, de placa de aviso da presença e perigosidade do animal. (D.L. 312/03)
Para além disso o detentor é obrigado  a manter medidas de segurança reforçadas no alojamento:
  • a) Vedações com, pelo menos, 2 m de altura em material resistente, que separem o alojamento destes animais da via ou espaços públicos ou de habitações vizinhas;
  • b) Espaçamento entre o gradeamento ou entre este e os portões ou muros que não pode ser superior a 5 cm;
  • c) Placas de aviso da presença e perigosidade do animal, afixadas de modo visível e legível no exterior do local de alojamento do animal e da residência do detentor.” (Decreto Lei 315/09 de 29 Outubro)

Quais são as obrigações legais na rua ou em partes comuns de prédios urbanos?

  • “1 — Os animais a que se refere este diploma não podem circular sozinhos na via pública ou em lugares públicos, devendo sempre ser conduzidos por detentor maior de 16 anos.
  • 2 — Sempre que o detentor necessite de circular na via pública ou em lugares públicos com os animais a que se refere este diploma, deve fazê-lo com meios de contenção adequados à espécie e à raça ou cruzamento de raças, nomeadamente caixas, jaulas ou gaiolas, ou açaimo funcional que não permita comer nem morder e, neste caso, devidamente seguro com trela curta até 1 m de comprimento, que deve estar fixa a coleira ou a peitoral.
  • 3 — São excepcionados do disposto no número anterior os cães potencialmente perigosos usados como guarda, defesa e maneio do gado em explorações agro-pecuárias, bem como os usados durante provas de trabalho e desportivas e os detidos por organismos públicos ou privados que os usem com finalidade de profilaxia ou terapia social.
  • 4 — As câmaras municipais, no âmbito das suas competências, podem regular as condições de autorização de circulação e permanência de animais potencialmente perigosos e animais perigosos nas ruas, parques, jardins e outros locais públicos, podendo determinar, por razões de segurança e ordem pública, as zonas onde seja proibida a sua permanência e circulação e, no que se refere a cães, também as zonas e horas em que a circulação é permitida, estabelecendo as condições em que esta se pode fazer sem o uso de trela ou açaimo funcional. (D.L. 312/03)”

Os donos de cães potencialmente perigosos têm o dever especial de vigilância

Segundo o artigo 6.o, do D.L. 312/03: “Incumbe ao detentor do animal o dever especial de o vigiar, de forma a evitar que este ponha em risco a vida ou a integridade física de outras pessoas e animais”.

Qual é a diferença entre um cão perigoso e um cão de raça potencialmente perigosa?

Ao contrário do que algumas pessoas dizem a diferença é enorme. Um cão de raça potencialmente perigosa pode nunca ter mordido ou atacado pessoas e animais. Ele pode ser o cão mais meigo que vai conhecer. Ele apenas é considerado um cão de raça potencialmente perigosa devidos às características genéticas daquela raça. Um cão considerado perigoso por norma foi registado como tal por atacar ou morder alguém ou algum animal.
Segundo a legislação raças de cães potencialmente perigosos e cães perigosos existe clara distinção entre ambos. Se pensar um pouco nesta questão é muito simples, qualquer cão pode ser “perigoso” independentemente do seu porte, raça, idade ou sexo. Pois existe uma queixa contra um animal, que deverá ser investigada e posteriormente julgada. Ser dono de um cão de uma raça potencialmente perigosa não é um crime nem o animal um perigo real para a sociedade, por isso é que está lá a palavra “potencialmente”.

O que é um cão perigoso?

Qualquer cão que se encontre numa das seguintes condições:
  • “Tenha mordido, atacado ou ofendido o corpo ou a saúde de uma pessoa;
  • Tenha ferido gravemente ou morto um outro animal, fora da esfera de bens imóveis que constituem a propriedade do seu detentor;
  • Tenha sido declarado, voluntariamente, pelo seu detentor, à junta de   freguesia da sua área de residência, que tem um carácter e comportamento agressivos.
  • Tenha sido considerado pela autoridade competente como um risco para a segurança de pessoas ou animais, devido ao seu comportamento agressivo ou especificidade fisiológica”.
Artigo 


Toda a informação tem como fonte a Liga Portuguesa dos Direitos dos Animais.

sexta-feira, 13 de julho de 2018

Passeios e Mimos.


No passado dia 30 de junho os pioneiros, do Agrupamento de Escuteiros de Vila Verde, quiseram passar uma manhã diferente e então dedicaram-na aos nossos patudos. Foi uma manhã dedicada aos passeios e mimos. Obrigada pelo carinho. :)













terça-feira, 10 de julho de 2018

Demos cor ao abrigo!

Este Sábado tivemos uma visita muito especial, o artista plástico Rui Sousa decidiu dedicar umas horas do seu talento e colorir o muro frontal do nosso abrigo.
Foi fantástico ver o entusiasmo e a rapidez com que o Rui fez este trabalho.
Digam lá se não ficou fantástico?
E lançamos um desafio: temos três balões para preencher. Queremos que, dos nossos seguidores que nos enviem frases/mensagens (curtas), sejam selecionadas as 3 melhores (comentários com mais likes no facebook). Ora vamos lá, puxar por essa criatividade.


Para seguirem o trabalho do nosso amigo Rui Sousa, podem fazê-lo através: www.facebook.com/ruisousaartworks .










terça-feira, 3 de julho de 2018

E quando eu crescer? Vais continuar a gostar de mim?



   A adoção é um ato de amor e de muita responsabilidade. Quando uma família decide adotar um animal, deve ter plena consciência da dedicação que lhe devem dar, tal como se de um filho se tratasse.
A partir do momento que a família decide e concretiza a adoção, a vida de todos irá mudar.
A partir desse momento, entrará na rotina familiar os passeios, as idas ao veterinário, as brincadeiras, as malandrices, ... uma palópia de atividades que farão parte da vida do animal e que o farão sempre feliz e integrado na família.
Entre as malandrices, podemos colocar aqui tudo o que possam imaginar, desde calçado ruído, lixo espalhado, etc etc... mas como devem calcular, tudo faz parte do desenvolvimento e crescimento do animal. E com os devidos ensinamentos, ele saberá o que pode ou não fazer. Tudo tem solução e o comportamento do animal se for trabalhado desde cedo, será muito mais fácil para todos.
Ora, mas é neste momento que tocamos na ferida! No cerne da questão.
Muitas famílias não conseguem dar a educação merecida ao animal e ele nem sempre entenderá que está a ter um comportamento incorreto... e terá esse comportamento regularmente. E as famílias saturam... e digamos que, muitas famílias até saturam logo no dia seguinte da adoção. Ao mínimo deslize do animal, entregam-no! Sem dar qualquer hipótese de mudança.
Adotar um animal é um ato de amor. É uma responsabilidade para a vida. Também os animais sofrem e entrarem na vida de uma família para depois serem rejeitados e abandonados, é um crime!
Este mês apelamos à adoção responsável, consciente. Apelamos a que decidam e escolham em família. Que pensam sempre nos prós e contras e que ponderem muito bem relativamente aos contras. Que pensem numa solução alternativa, caso o animal não se adapte. Que pensem que, nenhum animal deveria estar no canil, muito menos ser devolvido e entrar pelo portão do mesmo, uma outra vez...
Salvem uma vida.
Não adotem por impulso, adotem por amor 

domingo, 1 de julho de 2018

Visão Canina



Certamente que já se perguntou: como veem os cães?

A perceção da cor em cães e humanos é determinada por fotorreceptores denominados cones, que se encontram na retina (na parte de trás do olho) e que são estimulados por luz de diferentes comprimentos de onda.


Enquanto que nos humanos a retina é formada exclusivamente por cones, nos cães só 20% da retina são cones, por isso a sua visão só capta determinados comprimentos de onda. Isto implica que os humanos podem ver 3 cores primarias (vermelho, verde e azul) e todas as suas combinações, enquanto que os cães só podem ver 2 cores primarias (amarelo e azul) por isso o número de combinações reduz e o cão perde a capacidade de ver cores como o vermelho e o violeta.


As imagens em baixo tentam mostrar como nós humanos percecionamos as cores (imagem da esquerda) e como é que os cães veriam a mesma imagem (imagem da direita).




Faça o teste


Segure o seu cão sobre um relvado bem verde e atire uma bola azul e uma vermelha, solte-o somente quando as bolas estiverem a pelo menos 10 metros de distância. Provavelmente, o cão optará por seguir a bola azul, muito mais visível para ele. Por isso já sabe, quando comprar um brinquedo novo para o seu amigo de 4 patas opte por cores como o azul ou o amarelo.

terça-feira, 5 de junho de 2018

Ser FAT é ter a oportunidade de salvar uma vida! Seja Fat. (Família de Acolhimento Temporário)

VAMOS PARTILHAR ESTA IDEIA?
CADA PARTILHA PODERÁ SER A SALVAÇÃO DE UM PATUDO!

Este mês a Tuga* lembra que ser FAT é ter a oportunidade de salvar uma vida.
Seja FAT.
Ser FAT (Família de Acolhimento Temporário) é acolher temporariamente um animal até este ser adotado definitivamente por uma família, ou por um período de tempo até a sua recuperação, por exemplo, em caso do mesmo ser sujeito a uma cirurgia.
A FAT deve assegurar todos os cuidados básicos essenciais ao bem estar do animal, desde uma alimentação equilibrada, higiene, conforto e o mais importante a atenção e amor que ele merece. As DESPESAS inerentes à sua SAÚDE serão da responsabilidade da ADAAVV.
O porquê de ser FAT?
As FAT são muito importantes pois são fulcrais quando se trata de salvar a vida de um patudo que se encontra em risco, nomeadamente em situações de abandono, animais ainda em tenra idade (como o caso de ninhadas), cadelas em situação de gravidez ou ainda casos de animais que precisem de cuidados permanentes que envolva medicação ou tratamento veterinário.
Para ser FAT basta entrar em contacto com a ADAAVV (apdaavv@sapo.pt) e mediante o espaço disponível em casa, escolher o patudo que pretende ajudar.
Mencionamos alguns dos patudos que mais precisam neste momento de uma FAT:
- Ribeiro (cão sénior e cego)
- Branca e Napoleão (cães que precisam sair do ambiente do abrigo para evitar o stress e mudar os seus comportamentos repetitivos)
- Crias (com cerca de 6 meses e muito assustadas)
- Patudos em recuperação (operados e que precisam de repouso)
- ...
(entre os mais de 120 patudos do abrigo)
Partilhem, por favor.
Contamos convosco 


*Tuga para adoção responsável. Adulta, por médio, sociável, meiga e ativa. Excelente companhia.

terça-feira, 29 de maio de 2018

Aniversário da Carlota

Estes dias o pequeno Sadie foi convidado para o aniversário da Carlota, no Porto, na Quintinha Pedagógica de Canelas. 
Como presentes, a Carlota recebeu comidinha para os animais da quinta, além disso conseguiram angariar donativos, que serão para ajudar numa causa. 
E este mês, a causa escolhida foi a nossa! :) o valor angariado pelo Patudo Camisa será para ajudar a ADAAVV e se correr bem, teremos a sua visita cá, em Vila Verde :)

Obrigada pelo convite, pela diversão que proporcionaram ao Sadie na festa, pelo convívio e acima de tudo, pela colaboração na nossa nobre causa.

Um bem haja a todos que ajudaram.

Passem pela página para conhecerem melhor o Patudo Camisa e as causas que ajuda e visitem também a página da Quinta Pedagógica de Canelas: 







terça-feira, 22 de maio de 2018

Caminhada Solidária - Associação Juvenil Desportiva Recreativa e Cultural de Atiães

A Associação Juvenil Desportiva Recreativa e Cultural de Atiães organizou uma caminhada
solidária, dia 20 maio, onde o valor da inscrição reverteu a favor da ADAAVV.
O percurso foi de cerca de 7km, onde os participantes puderam conhecer os encantos da
aldeia. Foi uma manhã divertida, os nossos patudos cansaram-se, mas adoraram o passeio! 
O evento rendeu cerca de 85€, o que irá ajudar a esterilizar uma fêmea.
Queremos agradecer a todos os participantes, pelo apoio e alegria contagiante ao longo do
percurso e deixar um agradecimento especial à organização, pela iniciativa e dedicação.

Um bem haja a todos!